Visitantes

Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de junho de 2013

Algumas Leituras para o Mês.

Os dias passam rápido demais ou será que somos nós que temos muita coisa para fazer? Pense nisso.

Já faz bastante tempo desde que eu, Fernanda, a filha da Adriana, postei sobre alguns livros, e cá estou, quebrando um galho para minha mãe, atualizando a Cheirinho di Mel com outro poste sobre livros, afinal, este é meu assunto favorito.

A Última Frase dos Contos de Fadas, de Massimo Gramellini. Narra a história do professor Tomás que há muito tempo deixou de acreditar na vida e no amor. Além disso, Tomás tem uma personalidade melancólica e, de certa forma, faz você se identificar com ele no de correr do livro.

Mais tarde, quando ele pensa novamente em desistir de um relacionamento sério dessa vez com uma moça chamada Arianna, ele acaba sendo atacado por alguns vândalos e jogado no mar de água salgada, onde acaba parando em uma "outra dimensão". Lá ele começa a aprender que a vida e o amor tem o seu lado bom e o seu lado ruim, porém, que sempre vale a pena vivenciá-los.

"Desejando o amor sem ter medo de perdê-lo."

Basicamente, o livro trata sobre o amor e seus danos, mas de uma forma mais espiritual. Confesso que não sabia nada sobre o livro quando o comprei, na verdade, achei a sinopse interessante e a capa maravilhosa, que poderia "enfeitar" a minha estante de livros.

No inicio do livro realmente achei a proposta interessante, mas como nem tudo é perfeito, mais para frente de minha leitura, descobri que o livro não era exatamente como eu imaginava, porque levou para um tema mais mitológico e religioso, todavia, não deixou de ser uma leitura agradável e é claro como vários outros livros tem aquelas partes "chatas" e monótomas, que quase me fazem desistir do livro, tanto que parei e comecei a ler outros, mas voltei e terminei.

Como toda boa obra tem seu lado negativo e positivo, e vou dizer seu lado positivo primeiro: a narrativa é muito prática e objetiva, você entende perfeitamente o que está acontecendo ali e também é muito simples, como disse antes, ela é objetiva, então, vai direto ao ponto, sem exceções até as partes "chatas" são fácies de entender. Outro ponto positivo é a edição feita pela editora Fontanar, está boa e não me lembro de ter encontrado algum erro, e claro, a capa! Também a personagem principal, o Tomás, gostei muito dele, o achei bem divertido. Seu lado negativo: talvez as partes monótomas e o seu final, que para mim poderia ter sido um pouco diferente, mas essa é minha visão, então, não desistam do livro só por causa disso.

O livro tem 240 páginas, formato 14 x 21 e sobre o autor: Massimo Gramellini é escritor e jornalista, tendo uma coluna no jornal italiano La Stampa.

O que eu estou lendo agora? Bem, por causa da faculdade, não estou lendo muita coisa, mas vou dizer que recomendo um que estou lendo por simplesmente ser um clássico e todos conhecem que é Hamlet de William Shakespeare.

"Dois gonzos saiu o tempo.
Ó, maldito fado!
Vim ao mundo endireitá-lo!"

Espero que tenham gostado das recomendações e quando terminar a peça de Shakespeare, talvez, venha resumi-la aqui, o que acham?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Frase do Mês de Março.


"Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso

desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos."
(Sócrates)

sábado, 9 de março de 2013

Literatura para Março.

Como já fazem seis dias que não é postado nada, decidi dar um "olá" por aqui, eu, Fernanda, filha da Adriana, vim deixar algumas dicas de literatura e espero que gostem, porque eu devoro livros, então, todos os livros que postarei aqui, eu já li e foi rápida a leitura, mas vocês não precisam ler tudo de uma vez só.


Vou começar por esses quatro de cima (^^), pois são meus favoritas da lista desse mês, pelo menos aqui.

Sherlock Holmes: Um Estudo em Vermelho, escrito por Sir Arthur Conan Doyle, é meu favorito, sem dúvidas, principalmente porque é quando começa toda a saga sherlockiana, então, como toda boa fã sou suspeita em dizer algo sobre o livro, mas a estória é o seguinte: Quando o doutor John H. Watson volta para Londres, depois de ser baleado na guerra no Afeganistão, precisa arranjar uma pensão que seja de seu alcance financeiro, é quando depara-se com Stanford, um velho amigo da faculdade, e este é quem lhe apresenta a pessoa que agitaria sua vida e traria o homem de ação de volta: Sherlock Holmes. Watson aceita dividir a pensão da Sra. Hudson com Holmes, mas o médico tem sua curiosidade aguçada em relação a profissão de seu colega que vive recebendo pessoas de todos os tipos, é assim que descobre que Holmes, na verdade, é um detetive particular e Watson acaba se envolvendo nisso também. Isso é um resume breve que serve apenas para aguçar a curiosidade de vocês, até porque é o primeiro livro da saga, e é também meu segundo livro favorito da mesma, perdendo apenas para O Signo dos Quatro não direi porque senão é spoiler!. Para quem é fã de romances policiais e ainda não leu Sherlock Holmes, deveria apanhar, mas... é um excelente livro, e para quem não é, mas quer ser, é bom começar por ele ou pelo Assassinatos na Rua Morgue, os dois são igualmente excelentes e também tem suas diferenças, talvez, um defeito do livro de Sherlock Holmes, seja a narração, não que seja ruim, mas Poe e Agatha Christie escrevem com mais maestria que Sir Arthur Conan Doyle, acho que esse é o único defeito, porque o resto é perfeito ♥.

Filha é Filha de Agatha Christie sob o pseudônimo de Mary Westmacott. O que dizer desse livro? Bom, é diferente de qualquer livro da Rainha do Crime, não há uma vítima, um suspeito ou um detetive, talvez, seja por isso que ela usou outro nome, e não é só esse que ela escreveu, tem vários outros, mas li apenas esse por enquanto. A estória é bem simples: Ann Prentice é uma viúva que começa a se sentir sozinha quando sua filha única, Sarah, viaja para a Suíça e nisso acaba conhecendo um homem, e se apaixonando por ele, mas quando Sarah volta, acostumada com a atenção total da mãe, sente ciúmes e faz de tudo para separá-los. O livro gira basicamente em torno da relação mãe e filha, e como as duas vão amadurecendo com o tempo. A leitura é deliciosa mas é óbvio que é né? é de Agatha Christie que estamos falando, não de uma amadora, é a Duquesa da Morte ♥ e é uma boa mãe e filha lerem esse livro. Eu recomendo!

Inocência de Visconde de Taunay, um dos poucos livros nacionais que eu li e gostei, é sério, a estória é muito linda e fofa, e é triste e lembra Shakespeare. Sinopse: A bela e jovem Inocência está prometida por seu pai ao rude sertanejo Manecão, mas apaixona-se pelo forasteiro Cirino, gerando uma série de conflitos devido ao rigoroso código de honra da época. Gente, todo mundo DEVERIA LER esse livro! Me apaixonei por esse livro e pelo amor impossível dos protagonistas ♥. Vou dar alguns motivos para ler: tem borboletas azuis, um alemão engraçadíssimo e tragédia. Ponto! Não precisa mais nada, pelo menos, para mim não. Eu amo tragédias, elas são sempre cativantes.

Assassinatos na Rua Morgue de Edgar Allan Poe. Eu podia parar aqui mesmo, afinal, com esse nome conhecidíssimo não precisa-se dizer muita coisa. Apesar de ser um conto (e aquele livro que está na foto ter mais contos do que apenas da Rua Morgue) é tão bem escrito e com um final surpreendente, que você vai querer ler mais. Foi um dos melhores contos que já li, e também é quem dá origem a Sherlock Holmes, por isso também sou suspeita em dizer algo, mas a estória é similar a de Holmes e Watson, ou melhor, dizendo Sir Doyle baseaou-se no encontro Holmes-Watson com o do Dupin e Narrador... O narrador não é revelado, não se sabe o nome dele, apenas que é um homem que se encontra com o Monsieur C. Auguste Dupin na biblioteca, ambos acabam amigos por terem interesses comuns na literatura e então, começam a dividir uma pensão, lá o narrador (muitos estudiosos dizem ser o próprio Poe) percebe quão inteligente é seu colega que acaba resolvendo um assassinato sem sair de casa. Eu recomendo para todos lerem, porque é muito bom.


Ignorem a unha não feita na foto... Quando comprei comprei? pedi pra comprar é o certo não sabia nada da estória e muito menos que era um livro de auto-ajuda coisa que eu não preciso mas me encantei com a capa e também com as tês estórias. Aqui estão elas:

Primeira: O Vendendor de Sonhos narrado em primeira pessoa pelo suicida que é impedido de se matar por um desconhecido homem maltrapilho, que agiu completamente indiferente diante da sua tragédia, sendo assim ele, Júlio César Lambert, o suicida, começa a seguir o desconhecido, pois este diz que a sociedade moderna é um hospício global.

"Somos dois ignorantes. A diferença entre nós é que eu reconheço que sou." — Maltrapilho para Júlio César.

Segunda: O Vendedor de Sonhos e a Revolução dos Anônimos como toda a trilogia, o segundo livro é uma transição entre a introdução e o clímax do final, algumas coisas são reveladas e personagens aparecem. O seguidores do desconhecido homem ganham mais destaque.

Terceiro: O Semeador de Ideias é o último livro e acho que é o melhor, tem várias revelações e coisas inesperadas.

"Quem investe apenas nos jovens que lhe dão retorno não é digno de ser chamado de educador. Um excelente educador abraça os alienados, atrai os que o decepcionam, cativa os rebeldes, aposta nos que erram frequentemente, dá o melhor de si para aqueles em quem ninguém acredita. Perdas sempre nos acompanharão; o que nos diferencia dos animais é o que fazemos com elas." — Maltrapilho.

Acho que essas frases definem bem os livros e Augusto Cury soube escrevê-los muito bem, apesar de descordar com algumas coisas ditas, mas é bom também.



Bom, é isso espero que tenham gostado, beijos.

por Fernanda Nikita.